Figura: Maquete / Planta da distribuição dos grupos na instalação realizada no auditório.

A forma de expressar a busca da cidadania foi a partir do conceito “cidadania” num formato de experimentação de produção multimídia, no caso a “instalação”:
"Essencialmente é a construção de uma verdade espacial em lugar e tempo determinado. É passageira, é presença efêmera que se materializa de forma definitiva apenas na memória. O sentido de tempo, no caso da fruição estética da Instalação é o não-tempo, onde esta fruição se dá de forma imediata ao apreciar a obra in loco, mas permanece em sua fruição plena como recordação".[1].
O objetivo era provocar atitudes de cidadania tanto nos alunos participantes assim como nos futuros sujeitos-receptores da instalação, dessa forma combinando arte e jornalismo como inter-relação de conhecimentos. No planejamento e realização dessa produção multimídia optou-se por interagir diretamente com os espectadores, ou seja, ir além de uma simples exposição dos trabalhos. Houve diversidade de suportes utilizados (vídeos, fotos, programa radiofônico, perfomance do “Carlitos”, teatro de fantoches, mandala, entrega do jornal cultural), através de recursos (como datashow, retroprojetor -logotipo-, expressão corporal, construções como o “túnel” e “ação e omissão”, feitos de material reciclável, ou, a “sala” de leitura do jornal), tudo num ambiente de tranqüilidade com incenso de erva doce e tocha praiana, entre outros.
"A permanência da Instalação é um fenômeno destacável na Arte Contemporânea, sendo uma das mais importantes tendências atuais. A instalação, na Contemporaneidade tornou-se mais complexa e multimidial, enfatizando a espetacularidade e a interatividade com o público. As combinações com várias linguagens como vídeos, filmes, esculturas, performances, computação gráfica e o universo virtual, fazem com que o público se surpreenda e participe da obra de forma mais ativa, pois ele é o objeto último da própria obra, sem a presença do qual a mesma não existiria em sua plenitude".[2].
Dessa forma, a interatividade foi provocada a partir dos vários sentidos, sendo que os espectadores circulavam no auditório, lugar em que foi realizada a instalação, de forma não-linear. Isto é, foi feito roteiro inicial de exibição de vídeo com os bastidores, logo a seguir, os visitantes circulavam e entravam nos espaços com a companhia do “Carlitos” - quem distribuía poemas-folheto - ou seguindo a trilha de jornal no chão.
O objetivo era provocar atitudes de cidadania tanto nos alunos participantes assim como nos futuros sujeitos-receptores da instalação, dessa forma combinando arte e jornalismo como inter-relação de conhecimentos. No planejamento e realização dessa produção multimídia optou-se por interagir diretamente com os espectadores, ou seja, ir além de uma simples exposição dos trabalhos. Houve diversidade de suportes utilizados (vídeos, fotos, programa radiofônico, perfomance do “Carlitos”, teatro de fantoches, mandala, entrega do jornal cultural), através de recursos (como datashow, retroprojetor -logotipo-, expressão corporal, construções como o “túnel” e “ação e omissão”, feitos de material reciclável, ou, a “sala” de leitura do jornal), tudo num ambiente de tranqüilidade com incenso de erva doce e tocha praiana, entre outros.
"A permanência da Instalação é um fenômeno destacável na Arte Contemporânea, sendo uma das mais importantes tendências atuais. A instalação, na Contemporaneidade tornou-se mais complexa e multimidial, enfatizando a espetacularidade e a interatividade com o público. As combinações com várias linguagens como vídeos, filmes, esculturas, performances, computação gráfica e o universo virtual, fazem com que o público se surpreenda e participe da obra de forma mais ativa, pois ele é o objeto último da própria obra, sem a presença do qual a mesma não existiria em sua plenitude".[2].
Dessa forma, a interatividade foi provocada a partir dos vários sentidos, sendo que os espectadores circulavam no auditório, lugar em que foi realizada a instalação, de forma não-linear. Isto é, foi feito roteiro inicial de exibição de vídeo com os bastidores, logo a seguir, os visitantes circulavam e entravam nos espaços com a companhia do “Carlitos” - quem distribuía poemas-folheto - ou seguindo a trilha de jornal no chão.

Foto: Logotipo da instalação.
[1] BOSCO, Luciana e PECCININI, Silva Daisy. Arte Conceitual. Disponível em: <http://www.macvirtual.usp.br/mac/templates/projetos/seculoxx/modulo5/instalacao.html> Acesso em: 22 ago. 2008.
[2] Idem.













